巴西资讯巴西宏观市场2026年5月6日
朗多尼亚州拒降柴油ICMS,在巴中资物流成本或承压
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Ministro da Fazenda critica Rondônia por não aderir à redução do ICMS
巴西财长Durigan批评朗多尼亚州拒绝加入联邦柴油ICMS减税提案,该州严重依赖公路运输,拒绝将加剧其燃料成本上涨,可能间接影响在巴中资企业的物流与运输成本。
为什么值得关注
朗多尼亚州拒降柴油ICMS将推高该州公路运输成本,直接影响在巴中资农业、矿业及物流企业的运营支出。
巴西财政部长Dario Durigan于3月6日公开批评朗多尼亚州(Rondônia)拒绝加入联邦政府提出的降低柴油ICMS(商品流通税)临时措施。该措施旨在应对中东局势导致的巴西燃料价格上涨。Durigan指出,除朗多尼亚州外,包括反对派执政的多数州均已接受提案,而该州的拒绝是“出于政治动机而非技术原因”。由于朗多尼亚州严重依赖公路运输,这一决定将使其更强烈地感受到燃料上涨的冲击,并可能间接推高在巴中资企业在该州的物流与运输成本。
巴西财政部长Dario Durigan在3月6日(周三)的《早安,部长》节目中批评朗多尼亚州拒绝加入联邦政府提出的降低柴油ICMS的临时措施。该措施旨在遏制中东战争导致的巴西燃料价格上涨。Durigan表示,拒绝是出于政治动机而非技术原因,因为大多数州(包括反对派执政的州)已接受该提案以减轻价格上涨对民众的影响。他称这一决定“令人遗憾”,并指出朗多尼亚州严重依赖公路运输,拒绝加入将更强烈地感受到燃料上涨的影响,损害自身利益。Durigan还表示将向总统卢拉报告此事,以评估替代措施。朗多尼亚州由警察上校Coronel Marcos Rocha执政,他年初从União Brasil党转投PSD党。
对于在巴西经营的中资企业而言,柴油ICMS的调整直接关系到公路运输成本,进而影响农产品、矿产品及工业制成品的物流费用。朗多尼亚州是巴西重要的农产品产区,也是通往亚马逊地区的物流节点。中资企业若在该州有仓储、运输或采购业务,将面临更高的燃料附加成本。此外,联邦政府与州政府之间的税收政策分歧,可能使燃料价格调控在全国范围内出现不均衡,增加企业跨州运营的税务与成本管理复杂度。目前底稿未涉及中资企业直接受影响的具体案例,但通过物流成本传导机制,运输密集型行业(如农业、矿业、电商配送)的中资企业需密切关注后续替代措施。
CBI观察认为,底稿显示朗多尼亚州的拒绝行为具有明显的政治色彩——州长年初转党,且财长明确批评其“政治动机”。CBI认为,这一事件反映出联邦政府与部分州政府在燃料税政策上的深层分歧,可能影响全国燃料价格调控的连贯性。从历史经验看,类似税收僵局往往导致联邦政府推出补贴或替代方案,如底稿提及的“柴油补贴1.20雷亚尔”提案。但补贴的落地效率与覆盖范围仍存不确定性。CBI提醒,在巴中资企业应评估自身供应链对柴油价格的敏感度,并关注朗多尼亚州是否在后续压力下调整立场。
待观察:1)总统卢拉是否在近期内宣布针对朗多尼亚州的替代措施,如直接补贴或行政干预;2)其他州是否会效仿朗多尼亚州拒绝减税,形成连锁反应;3)巴西国家石油公司(Petrobras)是否会在3月底前调整柴油批发价格,以对冲税收政策的不确定性。
CBI 观察编辑判断
底稿显示朗多尼亚州的拒绝行为具有政治动机,CBI认为这可能导致联邦政府与州政府之间的税收协调进一步复杂化,增加中资企业跨州运营的合规与成本不确定性。
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来源信息
- 来源
- Agência Brasil — Economia
- 原文标题
- Ministro da Fazenda critica Rondônia por não aderir à redução do ICMS
- 原始语言
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- 编辑
- Clara Lin
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Ministro da Fazenda critica Rondônia por não aderir à redução do ICMS
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, criticou a decisão de Rondônia de não aderir à proposta do governo federal de reduzir o ICMS que incide sobre o diesel, medida temporária pensada para conter, no Brasil, a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.
Segundo ele, a recusa tem motivação política e não técnica, uma vez que a maior parte dos estados — inclusive governados por opositores — aceitou a proposta para amenizar o impacto do aumento dos preços sobre a população.
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“É lamentável que a gente tenha questões políticas orientando essa decisão neste momento em que estamos fazendo um esforço nacional em benefício da população”, disse Durigan nesta quarta-feira (6) durante o programa Bom Dia, Ministro, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação.
As razões para essa decisão do governo de Rondônia são “estritamente políticas”. “Se fossem razões técnicas, os outros 26 estados também apontariam essa questão”, disse o ministro.
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Durigan ressaltou que, por depender fortemente do transporte rodoviário, Rondônia tende a sentir mais intensamente os efeitos da alta dos combustíveis e, por isso, a não adesão prejudica o próprio estado.
“Estados com governadores de oposição, que têm uma série de discussões duras conosco no Congresso Nacional, aderiram porque sentiram essa demanda”, disse o ministro.
“É muito lamentável que, por razões políticas, o governo do estado não tenha aderido”, acrescentou.
Rondônia é governado pelo policial militar Coronel Marcos Rocha, que, no início do ano, trocou de partido, saindo do União Brasil para se filiar ao PSD.
Durigan afirmou ainda que levará o caso ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva para eventual avaliação de medidas alternativas em benefício da população local.
A Agência Brasil tenta contato com o governo de Rondônia a respeito da não adesão à proposta de redução do ICMS e às críticas do ministro.
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