巴西资讯巴西宏观市场2026年5月14日
巴西16个联邦单位一季度收入创新高,中资企业用工成本或承压
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Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde
巴西联邦区及15州一季度工人月均收入创历史新高,全国平均达3,722雷亚尔,失业率降至6.1%历史同期最低。劳动力成本上升可能影响在巴中资制造业、零售业及服务业的用工预算与定价策略。
为什么值得关注
巴西16个联邦单位工人收入创新高,失业率降至历史低点,直接推高在巴中资企业用工成本与招聘难度。
巴西地理与统计研究所(IBGE)本周四(14日)发布的全国连续住户抽样调查显示,今年第一季度(1月至3月),巴西联邦区及15个州的工人月均收入达到历史最高纪录。全国平均收入为3,722雷亚尔,为2012年有记录以来最高;同期失业率降至6.1%,为历史同期最低。联邦区工人平均收入高达6,720雷亚尔,比全国平均水平高出81%,是收入最低的马拉尼昂州(2,240雷亚尔)的三倍。对于在巴西经营的中资企业而言,劳动力成本上升趋势已从局部蔓延至多州,尤其是中西部、南部和东北部三大区域均创下收入新高。
据IBGE调查,全国16个联邦单位(包括联邦区及15个州)的工人月均收入在2025年第一季度达到历史峰值。其中,联邦区以6,720雷亚尔领跑,圣卡塔琳娜州(4,298雷亚尔)、巴拉那州(4,180雷亚尔)、南里奥格兰德州(4,127雷亚尔)紧随其后。全国五个大区中,中西部(4,379雷亚尔)、南部(4,193雷亚尔)和东北部(2,616雷亚尔)均创下纪录。调查覆盖14岁及以上所有就业形式人群,包括正式合同、无合同及自雇人员。联邦区的高收入主要源于大量公务员薪酬高于私营部门平均水平。
对于在巴中资企业,这一数据直接关联用工成本。中资制造业集中的东南部(月均4,125雷亚尔)虽未创纪录,但收入水平已处于高位;而中资农业与基建项目较多的中西部和东北部收入增长,意味着当地招聘与留人成本可能进一步上升。此外,失业率降至6.1%的历史低点,尤其是圣卡塔琳娜州失业率仅2.7%,表明劳动力市场趋紧,中资企业在这些地区可能面临招工难与薪资谈判压力。底稿未涉及中资企业直接影响,但通过劳动力成本传导,对制造业、零售业、物流及服务业的利润空间构成间接冲击。
CBI解读认为,数据表明巴西劳动力市场正在经历结构性改善,但收入增长与低失业率并存,可能推动通胀预期上升。底稿显示,联邦区收入是全国平均的1.8倍,而马拉尼昂州仅为全国平均的60%,区域收入差距显著,中资企业在选址与薪酬策略上需差异化应对。CBI观察,巴西央行(BCB)后续货币政策可能因劳动力成本上升而更趋谨慎,中资企业应关注利率与融资成本变化。
待观察:一是IBGE下一季度(4月至6月)收入与失业率数据是否延续增长趋势,预计8月发布;二是巴西政府是否调整最低工资标准(2025年现行1,518雷亚尔),若上调将直接推高合规用工成本;三是中资企业集中的东南部各州(如圣保罗、里约热内卢)是否会在下半年跟进收入增长纪录。
CBI 观察编辑判断
事实:IBGE数据显示全国工人月均收入3,722雷亚尔,失业率6.1%,均为历史最佳。CBI认为,劳动力成本上升叠加低失业率,将挤压中资制造业与零售业的利润空间,并可能传导至终端定价。区域收入差距(联邦区与马拉尼昂州差三倍)提示中资企业需制定差异化薪酬策略。
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- 来源
- Agência Brasil — Economia
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- Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde
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- Clara Lin
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Distrito Federal e 15 estados têm rendimento do trabalhador recorde
O Distrito Federal e 15 estados alcançaram no primeiro trimestre deste ano um recorde no rendimento médio mensal do trabalhador. Esse grupo de 16 unidades da federação repete o comportamento da média nacional, que atingiu o maior valor dentro da série histórica iniciada em 2012, de R$ 3.722.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos de idade ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
De acordo com o levantamento, o rendimento médio do trabalhador no DF foi de R$ 6.720, patamar 81% superior à média nacional, que já havia sido divulgada no dia 30 de abril.
O valor no Distrito Federal é exatamente três vezes o do Maranhão, de R$ 2.240, que mesmo sendo recorde para o estado, é o menor do país.
O destaque do DF se explica pelo grande contingente de funcionários públicos na capital federal, que conseguem uma remuneração acima da média da iniciativa privada.
Confira todas as UF que alcançaram recorde de rendimento do trabalhador:
Distrito Federal: R$ 6.720
Santa Catarina: R$ 4.298
Paraná: R$ 4.180
Rio Grande do Sul: R$ 4.127
Goiás: R$ 3.878
Mato Grosso do Sul: R$ 3.768
Espírito Santo: R$ 3.708
Minas Gerais: R$ 3.448
Amapá: R$ 3.412
Sergipe: R$ 3.031
Rio Grande do Norte: R$ 2.953
Paraíba: R$ 2.806
Piauí: R$ 2.628
Ceará: R$ 2.597
Bahia: R$ 2.483
Maranhão: R$ 2.240
A pesquisa detalha que três das cinco regiões do país atingiram recorde de rendimento médio mensal do trabalhador no primeiro trimestre deste ano:
Centro-Oeste: R$ 4.379 (recorde)
Sul: R$ 4.193 (recorde)
Sudeste: R$ 4.125
Norte: R$ 2.849
Nordeste: R$ 2.616 (recorde)
Desemprego por UF
De acordo com o IBGE, a taxa de desocupação no país, conhecida popularmente como taxa de desemprego, ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, a menor para o período em toda a série histórica.
Pelos critérios do IBGE, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. Os agentes do instituto visitaram 211 mil domicílios em todo o país.
A pesquisa aponta que em 12 estados o desemprego fica abaixo da média nacional, com destaque para Santa Catarina, único abaixo do patamar de 3%.
Veja as taxas de desocupação por UFs no primeiro trimestre:
Amapá: 10%
Bahia: 9,2%
Alagoas: 9,2%
Pernambuco: 9,2%
Piauí: 8,9%
Sergipe: 8,6%
Amazonas: 8,3%
Acre: 8,2%
Rio Grande do Norte: 7,6%
Rio de Janeiro: 7,3%
Ceará: 7,3%
Distrito Federal: 7,1%
Paraíba: 7%
Pará: 7%
Maranhão: 6,9%
Brasil: 6,1%
São Paulo: 6%
Roraima: 5,7%
Tocantins: 5,6%
Goiás: 5,1%
Minas Gerais: 5%
Rio Grande do Sul: 4%
Mato Grosso do Sul: 3,8%
Rondônia: 3,7%
Paraná: 3,5%
Espírito Santo: 3,2%
Mato Grosso: 3,1%
Santa Catarina: 2,7%
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