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巴西资讯巴西金融监管2026年4月2日

美伊停火预期提振市场,美元回落至战前水平巴西股市微涨

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Dólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com Irã

2026年4月1日,受美伊可能达成协议结束冲突的迹象影响,全球风险偏好上升,美元兑雷亚尔汇率回落至中东战争爆发前水平,巴西Ibovespa指数小幅收高0.26%,原油价格亦连续第二日下跌。

为什么值得关注

美伊冲突走向直接影响全球能源价格与资本流动,关乎在巴企业的汇率风险与融资成本。

2026年4月1日(星期三),巴西金融市场对中东局势可能缓和作出积极反应。受投资者对美国与伊朗可能达成协议以结束冲突的预期推动,全球风险偏好上升,美元兑雷亚尔汇率回落至中东军事升级前的水平,巴西股市小幅收高。商业美元汇率收盘报5.157雷亚尔,单日下跌0.43%;B3的Ibovespa指数收盘报187,953点,上涨0.26%。市场普遍认为,外部环境若趋于平静,将更有利于巴西国内的经济活动与利率政策调整。 2026年4月1日的交易日内,巴西市场呈现出明显的风险偏好回暖特征。美元兑雷亚尔汇率全天走低,商业美元收盘报5.157雷亚尔,较前一交易日下跌0.022雷亚尔,跌幅为0.43%。盘中,该汇率上午曾多次触及5.17雷亚尔,但在午后加速下跌,一度达到约5.14雷亚尔。这一汇率水平与2月最后一周、即中东军事冲突升级前的报价相似。从更长时间维度看,美元本周累计下跌1.42%,年内累计跌幅已达6.06%。这一走势得到了美国总统唐纳德·特朗普声明的强化。特朗普表示,美国应尽快结束对伊朗的战争,并承认必要时可能仅进行“定点打击”。尽管伊朗政府随后正式否认曾提出任何此类请求,但此番言论显著助长了市场的停火预期,成为驱动当日汇率变化的核心因素。在国际市场上,美元整体也呈现弱势,衡量美元对一篮子主要货币表现的DXY指数下跌,这同时反映了雷亚尔、智利比索和墨西哥比索等新兴市场货币的普遍升值。巴西股市对潜在的地缘政治缓和反应相对温和但积极。B3的Ibovespa指数收盘报187,953点,上涨0.26%。涨幅主要由金融板块股票以及对国内经济活动和利率更敏感的公司推动。市场分析认为,一个更为平静的外部环境,将减少输入性通胀压力和国际资本流动的波动,为巴西央行进一步下调Selic基准利率创造更有利的条件,从而利好对利率敏感的资产。大宗商品市场同样受到地缘政治预期的影响。原油价格连续第二日下跌,反映出市场押注冲突可能走向外交解决,从而降低了全球石油供应中断的风险,尤其是对霍尔木兹海峡这一关键运输通道的担忧有所缓解。WTI原油五月合约下跌1.24%,收于每桶100.12美元;作为巴西市场基准的布伦特原油六月合约下跌2.70%,收于每桶101.16美元,盘中一度跌破100美元关口。尽管近期价格有所回落,但油价仍处于历史高位,并且对中东地区任何新的政治和军事事态发展保持高度敏感。当日美国公布的库存数据帮助遏制了油价更大幅度的下跌,但投资者的注意力仍集中在特朗普当晚的讲话上,期待从中寻找关于中东运输路线能否恢复正常的具体迹象。总体而言,2026年4月1日的市场动态清晰地表明,全球投资者正密切关注美伊冲突的外交解决前景,任何缓和的信号都可能迅速转化为对新兴市场资产和大宗商品价格的重新定价。
CBI 观察编辑判断

市场反应显示,地缘政治风险是当前驱动巴西汇率与股市短期波动的关键变量。特朗普的言论虽遭伊朗否认,但仍能显著影响市场预期,凸显了信息不对称下的情绪驱动特征。外部环境若持续缓和,可能为巴西央行延续降息周期提供更多空间。

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信息概要

类型
市场数据
方向
巴西
分类
金融监管
层级
编辑整理
地点
巴西金融业、利率敏感型公司、进出口企业、大宗商品(尤其原油)贸易商、新兴市场投资者。
核验
待核验
对象
投资者在巴中资企业贸易商
话题
金融市场行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Dólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com Irã
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Dólar retoma nível pré-guerra e Bolsa sobe com possível acordo com Irã

O dólar voltou a níveis anteriores à guerra no Oriente Médio, e a bolsa fechou em leve alta nesta quarta‑feira (1º), em um pregão marcado pelo maior apetite ao risco global. Investidores reagiram a sinais de que os Estados Unidos e o Irã podem avançar para um acordo que leve ao fim do conflito, reduzindo temores sobre energia, inflação e fluxos financeiros internacionais. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,157, com queda de R$ 0,022 (-0,43%). Pela manhã, a moeda encostou em R$ 5,17 por diversas vezes, mas acelerou a queda durante a tarde, chegando a R$ 5,14 por volta das 14h. Notícias relacionadas: Produção de petróleo e gás natural do Brasil bate recorde em fevereiro. Petrobras anuncia que vai parcelar reajuste do querosene de aviação. Petrobras reajusta preço do querosene de aviação em 55%. A cotação está em níveis semelhantes aos da última semana de fevereiro, antes da escalada militar no Oriente Médio.  A divisa cai 1,42% na semana e 6,06% no acumulado do ano. O movimento foi reforçado por declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou que o país deve encerrar a guerra contra o Irã em breve, admitindo a possibilidade de apenas “ataques pontuais” se necessário. As falas alimentaram a expectativa de cessar‑fogo, apesar de o governo iraniano negar oficialmente ter feito qualquer solicitação nesse sentido. No exterior, o dólar também operou em baixa. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana diante de uma cesta de seis divisas fortes, recuava no fim da tarde, refletindo ganhos de moedas emergentes como o real, o peso chileno e o peso mexicano. Bolsa O mercado de ações agiu com mais moderação em relação à possibilidade de fim do conflito. O índice Ibovespa, da B3, fechou a quarta-feira aos 187.953 pontos, com alta de 0,26%. A valorização foi puxada principalmente por ações do setor financeiro e por empresas mais sensíveis à atividade doméstica e aos juros, em um ambiente visto como mais favorável a cortes adicionais da Taxa Selic (juros básicos da economia), caso o cenário externo siga menos turbulento. Petróleo Pelo segundo dia consecutivo, o petróleo fechou em queda, refletindo a aposta de que o conflito possa caminhar para uma solução diplomática, com redução dos riscos de interrupção da oferta, especialmente no Estreito de Ormuz. O contrato do WTI para maio cedeu 1,24%, encerrando a US$ 100,12 o barril, enquanto o Brent para junho, referência para o mercado brasileiro, caiu 2,70%, para US$ 101,16. Durante o pregão, o Brent chegou a ser negociado abaixo dos US$ 100. Apesar do alívio recente, os preços do petróleo continuam elevados e sensíveis a novos desdobramentos políticos e militares. Dados de estoques nos Estados Unidos ajudaram a conter perdas mais acentuadas, mas o mercado permanece atento ao pronunciamento de Trump, previsto para a noite, e a qualquer sinal concreto sobre a normalização das rotas de transporte no Oriente Médio. *Com informações da Reuters

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