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巴西资讯巴西宏观市场2026年4月1日

巴西设定天然气行业减排目标 今年温室气体排放须降0.5%

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Setor de gás natural reduzirá 0,5% a emissão de gás do efeito estufa

巴西国家能源政策委员会本周三决定,要求天然气生产商和进口商在今年内将温室气体排放量至少减少0.5%,并设立生物甲烷市场监测小组,旨在平衡脱碳目标与能源安全及工业竞争力。

为什么值得关注

为在巴能源及天然气相关企业明确了短期减排合规要求,并揭示了生物甲烷领域的投资与市场发展信号。

巴西国家能源政策委员会(CNPE)于本周三(1日)举行会议,为天然气生产商和进口商设定了温室气体减排目标。根据该决定,相关企业必须在今年内将其温室气体排放量至少减少0.5%。这一目标是在分析当前生物甲烷供需情况后确定的,旨在技术可行性、监管可预测性和市场发展激励之间取得平衡。此外,委员会还批准在未来燃料技术委员会框架下设立生物甲烷市场监测小组,以推动市场发展并期望未来恢复更高的减排目标。 巴西国家能源政策委员会(CNPE)本周三(1日)的会议做出了一项关键决策,为巴西天然气行业的脱碳进程设定了明确的短期目标。根据会议决定,该国的天然气生产商和进口商被要求在2024年内,将其温室气体排放量至少减少0.5%。这一具体目标的设定,是基于对当前生物甲烷市场供需状况的深入分析。矿产能源部表示,0.5%的减排幅度被认为是当前阶段最合适的方案,能够在技术可行性、监管政策的可预测性以及对市场发展的激励作用三者之间达成有效平衡。此举标志着巴西在推动能源转型方面迈出了具体而审慎的一步。 值得注意的是,这一目标低于《未来燃料法》所规定的最低1%的初始减排目标。根据该法律条文,CNPE在出于公共利益考量,或当生物甲烷产量不足导致原定目标难以实现或成本过高时,有权将目标设定在1%以下。此次将目标暂时下调至0.5%,正是援引了这一例外条款。为了推动市场发展并为未来恢复更高目标创造条件,CNPE同时批准在未来燃料技术委员会(CTP-CF)的框架内,设立一个专门的生物甲烷市场监测小组。该小组将由矿产能源部负责协调,其核心任务是密切监测生物甲烷市场的动态与发展,以期在条件成熟时,恢复法律规定的至少1%的初始减排目标。 为确保监测工作的有效开展和数据支撑,CNPE还指示国家石油、天然气和生物燃料局(ANP)采取必要措施,提升生物甲烷市场相关数据的透明度。矿产能源部长亚历山大·西尔韦拉对此决策给予了高度评价。他认为,设定0.5%的目标是加强巴西天然气市场的一项战略举措。西尔韦拉部长解释道:“通过设定一个清晰且可预测的目标,巴西向市场发出了一个重要信号,刺激了投资,并为发展生物甲烷作为脱碳载体创造了必要条件,同时不损害能源安全和工业竞争力。”他进一步主张应逐步扩大生物甲烷在能源结构中的应用。 生物甲烷之所以被视为关键的脱碳载体,源于其与化石天然气高度相似的物理化学特性。这种特性使其在车辆燃料、工业应用以及分布式发电等领域,具备很高的直接替代潜力,无需对现有基础设施进行大规模改造。尽管目前生物甲烷在巴西整体能源结构中的占比仍然较小,但该国拥有广阔的生产潜力,市场正处于成长初期。根据ANP的数据,目前已有19家工厂获得了生物甲烷生产授权,此外还有37家工厂的申请正在审批流程中。这些数字清晰地反映了该领域正在涌现的增长机会,也表明生物甲烷市场对于巴西实现能源转型和天然气行业脱碳具有重要的战略意义。此次CNPE设定减排目标并建立监测机制,正是为了引导和规范这一新兴市场的健康发展,在保障能源供应安全与工业竞争力的前提下,稳步推进减排进程。
CBI 观察编辑判断

巴西政府通过设定一个低于法律初始要求的、务实的减排目标,展现了其在推进能源转型过程中对市场现实和技术可行性的考量。同时,配套建立监测机制,为未来提升目标埋下伏笔,体现了分步走的策略思路。

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信息概要

类型
政策发布
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
巴西天然气生产商、进口商、生物甲烷生产商、能源监管机构(ANP)、相关工业用户。
核验
待核验
对象
在巴中资企业投资者贸易商
话题
政策合规行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
Setor de gás natural reduzirá 0,5% a emissão de gás do efeito estufa
原始语言
葡萄牙语
原文链接
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

Setor de gás natural reduzirá 0,5% a emissão de gás do efeito estufa

Produtores e importadores de gás natural deverão reduzir, ainda este ano, suas emissões de gases de efeito estufa em ao menos 0,5%. A meta para o setor foi definida pelos integrantes do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), nesta quarta-feira (1). Segundo o Ministério de Minas e Energia, após analisarem a atual oferta e demanda por biometano, os conselheiros concluíram que a redução de 0,5% é a mais adequada para equilibrar viabilidade técnica, previsibilidade regulatória e estímulo ao desenvolvimento do mercado. Notícias relacionadas: Gás do Povo chega a 15 milhões de famílias com nova expansão. Ibama nega licença para usina termelétrica a gás natural em Brasília. O conselho também aprovou a criação, no âmbito do Comitê Técnico do Combustível do Futuro (CTP-CF), da Mesa de Monitoramento do Mercado de Biometano. A expectativa é de que, sob a coordenação do ministério, a mesa possibilite o devido monitoramento da evolução do mercado de biometano, com vistas ao restabelecimento da meta inicial de redução, que, segundo a Lei do Combustível do Futuro, seria de, no mínimo, 1%. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp De acordo com o ministério, a lei define que o CNPE pode, excepcionalmente, definir a meta em valor inferior a 1%, por motivo justificado de interesse público ou quando o volume de produção de biometano impossibilitar ou onerar excessivamente o cumprimento da meta. O CNPE também estabeleceu, como de interesse da política energética nacional, que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) implemente as medidas necessárias para garantir a transparência dos dados relativos ao mercado de biometano como subsídio aos trabalhos de monitoramento da Mesa de Monitoramento do Mercado de Biometano. Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a definição da meta em 0,5% representa um passo estratégico para o fortalecimento do mercado de gás no país. “Ao estabelecer uma meta clara e previsível, o Brasil dá um sinal importante ao mercado, estimula investimentos e cria as condições necessárias para o desenvolvimento do biometano como vetor de descarbonização, sem comprometer a segurança energética e a competitividade da indústria”, explicou Silveira, defendendo a gradual ampliação da utilização do biometano. Com características físico-químicas semelhantes às do gás natural de origem fóssil, o biometano apresenta elevado potencial de substituição em aplicações veiculares, industriais e de geração distribuída.  Embora ainda tenha participação reduzida na matriz energética nacional, o Brasil tem amplo potencial de produção.  Atualmente, existem 19 plantas autorizadas como produtores de biometano pela ANP e outras 37 em processo de autorização, refletindo as oportunidades de crescimento desse mercado estratégico para a transição energética e a descarbonização do setor de gás natural. * Com informações do MME

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