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巴西资讯巴西宏观市场2026年4月3日

ANP柴油补贴新规落地,液化石油气进口定价挂钩美湾,中资贸易商需重算成本

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ANP habilita 5 empresas à 1ª fase do programa de subvenção ao diesel

巴西ANP本周四批准柴油销售补贴参考价新规,首次纳入液化石油气进口平价计算,以美国墨西哥湾价格为基准,并调整国产原油柴油生产商基准日期。在巴中资能源贸易商和液化石油气进口商的合规成本与定价模型将面临直接调整。

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ANP新规首次将液化石油气进口平价纳入柴油补贴计算,并以美国墨西哥湾价格为锚,直接影响在巴中资能源贸易商的定价模型和合规成本。

巴西国家石油、天然气和生物燃料局(ANP)董事会于本周四(30日)批准了一项新决议,规范柴油销售经济补贴中参考价格(PR)的计算方法。该决议源自今年3月12日的临时措施,并首次将液化石油气(GLP,即家用燃气)进口纳入补贴计算框架。新规废除了旧版决议,调整了基于美国市场影响的柴油进口定价权重,并重新计算了表II中的固定权重。对于在巴西从事柴油生产、液化石油气进口的中资企业而言,这意味着补贴核算基准和合规流程将发生实质性变化。 【核心事实】ANP董事会本周四批准的新决议,核心在于重新定义柴油销售经济补贴中参考价格(PR)的计算方法。该机制由今年3月12日的临时措施确立,此次通过正式决议予以固化。新规废除了此前关于该主题的旧规,主要变化包括:一是改进参考价格计算方法,以反映美国市场对柴油进口定价的影响;二是基于ANP燃料生产和运输数据,重新计算决议表II中的固定权重;三是根据2026年法令要求,将使用国产原油的柴油生产商参考价格更新的基准日期从每月18日改为3月12日;四是纳入了双重资质主体(既是柴油生产商又是进口商)的销售价格加权方法;五是增加了基于进口平价的液化石油气特定方法,以美国墨西哥湾地区价格为参考来源。 【中资企业触点】该决议直接波及两类在巴中资企业:一是柴油生产商,特别是使用国产原油的中资炼厂或合资项目,其补贴参考价基准日期从18日改为3月12日,意味着财务核算和补贴申报的时间节点需重新校准;二是液化石油气进口商,新规首次明确以美国墨西哥湾地区价格为参考来源计算进口平价,这将直接影响进口液化石油气的补贴金额和定价模型。此外,同时具备生产商和进口商双重资质的企业,需按新加权方法合并计算销售价格,合规复杂度上升。底稿未涉及中资企业具体受影响名单,但通过补贴计算机制的调整,所有参与巴西柴油和液化石油气市场的中国企业均需在下一轮补贴申报前完成内部模型更新。 【CBI解读】底稿显示,ANP此次调整的直接动因是今年4月公开咨询收到的行业意见,以及技术部门对旧规的分析结论。CBI认为,新规将美国墨西哥湾价格作为液化石油气进口平价的锚定来源,实质上是将巴西国内补贴政策与北美能源定价中心更紧密地挂钩。对于中资企业而言,这意味着需要同步跟踪美国墨西哥湾液化石油气现货价格波动,以预判补贴金额变化。此外,基准日期从18日改为3月12日,虽然仅涉及一个日期调整,但可能影响企业月度现金流预测和补贴申报窗口期。值得注意的是,新规中“双重资质主体”的加权方法,可能促使部分中资企业重新评估其业务架构——是维持生产与进口分离,还是合并运营以享受更优的加权计算。 【待观察】一是新规正式生效日期及过渡期安排,ANP尚未公布具体实施时间表,中资企业需关注官方公报发布;二是美国墨西哥湾液化石油气价格指数在巴西补贴计算中的具体换算公式和汇率基准,可能在下一次ANP技术说明中披露;三是2026年法令中关于基准日期调整的后续配套细则,是否会影响其他能源产品的补贴计算周期。
CBI 观察编辑判断

事实:ANP基于4月公开咨询意见和技术分析,决定改进参考价格计算方法以反映美国市场影响。CBI认为,此举表明巴西能源补贴政策正从国内成本导向转向国际定价锚定,中资企业需建立跨市场监测能力。同时,基准日期调整虽小,但可能引发连锁的财务流程变更。

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信息概要

类型
政策发布
方向
巴西
分类
宏观市场
层级
编辑整理
地点
在巴中资柴油生产商、液化石油气进口商及双重资质企业
核验
待核验
对象
在巴中资能源企业液化石油气进口商柴油生产商
话题
政策行业趋势

来源信息

来源
Agência Brasil — Economia
原文标题
ANP habilita 5 empresas à 1ª fase do programa de subvenção ao diesel
原始语言
葡萄牙语
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编辑
Clara Lin
查看原文(葡萄牙语

ANP habilita 5 empresas à 1ª fase do programa de subvenção ao diesel

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) habilitou cinco empresas para a primeira fase do programa de subvenção (espécie de reembolso) econômica à comercialização de óleo diesel, proposto pelo governo federal. Segundo a agência reguladora responsável por estabelecer as normas e fiscalizar o funcionamento do setor, os termos de adesão apresentados pela estatal Petrobras e pelas companhias Sea Trading Comercial; Midas Distribuidora de Combustíveis; Refinaria de Mataripe e Sul Plata Trading não apresentaram pendências. Notícias relacionadas: Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível. Petrobras estuda fazer Brasil autossuficiente em diesel em até 5 anos. A Petrobras, contudo, se identificou tanto como produtora quanto como importadora, e caberá à diretoria da ANP decidir a possibilidade de efetivar as duas habilitações ou promover a classificação adequada. O prazo de adesão das empresas à primeira fase do programa se encerrou no último dia 31, sem que algumas das principais distribuidoras de combustíveis do país, como Ipiranga, Raizen e Vibra, manifestassem o desejo de aderir ao programa. >> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp Em nota, a ANP informou que outras empresas, que não identificou, já entregaram a documentação necessária para participarem da segunda fase de habilitações, cujo prazo de inscrição vai até o dia 30 de abril. A iniciativa do governo federal busca impedir a alta do preço do diesel e o consequente impacto inflacionário da escalada internacional dos custos dos combustíveis, decorrente da guerra no Oriente Médio. Entre as medidas já anunciadas estão a subvenção econômica à comercialização de óleo diesel de uso rodoviário por produtores, importadores e distribuidores de todo o território brasileiro. A proposta inicial também previa que as unidades federativas que aderissem à iniciativa abririam mão de cobrar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação do combustível, mas não avançou. Diante da resistência de governadores, a equipe econômica propôs uma subvenção de R$ 1,20 por litro de diesel importado. O valor deverá ser dividido entre União e estados, na proporção de R$ 0,60 por litro para cada ente. Segundo o vice-presidente Geraldo Alckmin, até esta quinta-feira (2), só Rio de Janeiro e Rondônia indicavam a intenção de não aderir à proposta. De acordo com Alckmin, as outras 25 unidades federativas já aderiram à subvenção e dois ou três ainda avaliam a proposta. Matéria atualizada às 16h11 para alterar os três últimos parágrafos e corrigir informações sobre a proposta feita pelo governo federal aos estados.

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